08 March 2007

Será que temos o que comemorar?



Os artigos abaixo foram publicados na Folha de São Paulo.


VÁRIOS EVENTOS que se encadearam ao longo do último ano levam a perguntar se as mulheres brasileiras têm realmente o que celebrar hoje, Dia Internacional da Mulher. Tanto no plano público quanto no privado, se encontram comprometidas as alegrias das vitórias conquistadas a partir daquela marcha de mulheres trabalhadoras na luta pela limitação das jornadas de 12 horas nos teares de Nova York, há exatamente 150 anos. Principalmente, seqüestra o brilho da data o luto carregado por tantas mães, irmãs e filhas que perderam entes queridos em conseqüência da violência que se tornou rotineira nos noticiários dos últimos 12 meses.

Não há festejo que faça esquecer a dor da perda violenta de um familiar, ainda mais se filho ou filha, como também não faz sentido ver a família submetida a agressões cotidianas que, se não tiram a vida da vítima, a incapacitam de modo definitivo. Esse luto é agravado pela falta de sentido dessas mortes e agressões, uma vez que tais tragédias, por mais abomináveis que pareçam, perderão a grandeza em pouco tempo, devido não só à ocorrência de outros atos que as suplantarão em horror mas também à impunidade de seus autores.
A falta de punição não é só para a violência. Vai além: parece não haver sanção para as irregularidades praticadas em todas as instâncias públicas. Em meio à impunidade, que padrões éticos e morais empregar na educação dos filhos, se o exemplo é fundamental na formação do caráter? Mulheres têm apreço à educação, uma vez que foi graças a ela que tiveram acesso à vida emancipada.

(...)

Por outro lado, o conhecimento médico descobriu que nossos corpos diferem estruturalmente dos masculinos, e não apenas pelo aparelho reprodutor. Hoje, fala-se em medicina de gênero, o que certamente trará descobertas positivas para as mulheres, implicando aumento da expectativa de vida, já maior que a masculina. Viveremos muito mais, mas ocultando paradoxalmente nossas idades, uma vez que a sociedade -nela incluído o mercado de trabalho- exige aparências eternamente jovens. Os padrões são tão idealizados que até as mais jovens têm problemas, sacrificando a vida em nome de cânones estéticos impostos, como comprovam as mortes das jovens por anorexia no decorrer do ano passado.

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EUGENIA ZERBINI, 53, advogada, mestre e doutora em direito, é escritora, autora do romance "As Netas da Ema" (vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2004).

EU SOU FEMINISTA RADICAL




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Assim é a história de muitas mulheres. Sofrimentos, injustiças, reclamações jamais proferidas ou ouvidas. Sem amparo, sem ajuda, sem respeito, sem amor, sem dinheiro. Pena que não tenham todas saído para a rua, seguidas de seus filhos, seus cachorros, seus bens mais preciosos, gritando impropérios contra a desigualdade social, racial, sentimental, estrutural.

(...)
Embora as mulheres tenham conseguido avançar bastante na conquista de seus direitos, muitas ainda são espancadas dentro da própria casa, estupradas por pais, padrastos, irmãos e tios, assassinadas por maridos, ex-maridos, ex-namorados, desrespeitadas no local de trabalho, humilhadas dentro e fora da família. E tudo acontece em silêncio, quase sem reclamação. Faltam direitos, como o controle do próprio corpo, equipamentos sociais de amparo à maternidade, salários dignos e equiparados aos dos homens e participação proporcional nas instâncias de poder. (...)


LUIZA NAGIB ELUF é procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo. Foi secretária nacional dos Direitos da Cidadania do Ministério da Justiça (governo Fernando Henrique Cardoso).


03 February 2007

Para Savannah....



Para Savannah.... Sempre ela.... São palavras da Anaïs Nin, no livro "A casa do incesto".

"Vejo em mim duas mulheres bizarramente ligadas uma à outra como gémeos de circo.
Vejo-as arrancarem-se uma da outra. Consigo mesmo ouvir o rasgão, a ira e o Amor, a paixão e o sofrimento.
Quando esse ato-deslocação de repente pára - ou quando deixo de ter consciência do som - o silêncio torna-se então ainda mais terrivel uma vez que á minha volta não há senão loucura, a loucura das coisas que atraem coisas de dentro de cada um, raízes que se afastam para crescerem separadamente, tensão provocada para atingir a unidade"



"Sou a mulher mais cansada do mundo. Fico cansada assim que me levanto. A vida requer um esforço de que me sinto incapaz. Por favor passa-me esse livro pesado. Preciso de pôr qualquer coisa pesada sobre a cabeça. Necessito constantemente de pôr os meus pés sob almofadas para que consiga continuar na Terra. "

"Não me digas nada, vejo que me entendes, mas tenho receio dessa compreensão, tenho medo de encontrar alguém semelhante a mim e ao mesmo tempo desejo-o. Sinto-me tão definitivamente só, mas tenho tanto medo que o isolamento seja violado e eu não seja mais o cérebro e a lei do meu universo. Sinto-me no grande terror do meu entendimento, meio por que penetras no meu mundo; e que, sem véus, tenha então que partilhar o meu reino"


Pára de tremer, de te agitar, de sufocar, de amaldiçoar, e reencontra o teu fundo que eu sou. Descansa das complicações, destorces e deformações.
Por uma hora serás eu; ou antes, a outra metade de ti própria.
Aquela parte de ti que tu perdeste. O que queimaste, partiste, estragaste encontra-se entre as minhas mãos.
Eu sou guarda de coisas frágeis e preservei de ti o que há de indissolúvel."



"Engulo as minhas próprias palavras. Rumino e rumino até que tudo se deteriore.Cada pensamento e cada impulso é mastigado até que se transforme em nada.Quero controlar todos os meus pensamentos de uma vez, mas eles fogem em todas as direcções. Se o conseguisse seria capaz de capturar os espiritos mais subtis, como um cardume de pequenos peixes de água doce. Poderia revelar inocência e duplicidade, generosidade e cálculo, medo, cobardia e coragem.Pretendo dizer toda a verdade porque, para isso, teria de ser capaz de escrever quatro páginas simultaneamente, quatro longas colunas simultâneas, quatro páginas resultando numa, e essa é a razão porque não escrevo nada. Teria para isso de escrever em reverso, voltar atrás constantemente para agarrar os ecos e os acordes."

Anais Nin

01 February 2007

Feliz Imbolc!



O Imbolc também é conhecido pelo nome Candlemas (Candelária), sob o qual foi cristianizado como "Festa de Purificação de Maria".

Imbolc (pronuncia-se "imbôlc" ou "imbôlg") significa "em leite" e diz respeito ao período de lactação das ovelhas. É o avivamento do ano, quando aparecem os primeiros sinais da primavera. Embora ainda esteja frio, os pequenos e mais resistentes sinais de vida na Natureza começam a aparecer novamente. É época de abençoar as sementes e consagrar nossos instrumentos de trabalho. É o despertar dos novos planos e projetos, iniciação em caminhos espirituais ou em novas atividades, assim como purificação e renascimento material ou espiritual. É tempo de despertar a criatividade e buscar inspiração através da música, poesia, desenho, dança e artes no geral.

Imbolc é um festival do fogo e acontece no dia 1º de fevereiro no hemisfério norte (o que eu sigo). Tem origem na Irlanda antiga, nas comemorações da deusa Brigit, chamada de "Noiva do Sol". A Deusa está se recuperando do parto da criança divina que nasceu no solstício de inverno, o Deus Sol, transformando-se em uma Donzela jovem e cheia de vigor. É costume colocar uma bonequinha de Brigit em uma caminha e uní-la a um galho, representando o Deus Sol.

Na Wicca, nesta data são feitas as iniciações dos novos adeptos e as confirmações das sacerdotisas. As cores podem espelhar a pureza (branco, azul claro) ou as chamas (vermelho, laranja).

CURIOSIDADES

- Até hoje, em certos lugares da Grã-Bretanha e da Irlanda, as pessoas amarram fitas ou pedaços de roupas nas árvores próximas às antigas fontes sagradas, atualmente dedicadas à Maria ou a outras santas católicas, orando para curar seus males.

- Brigit tinha um santuário na antiga capital irlandesa de Kildare, onde um grupo de dezenove sacerdotisas mantinha uma chama eterna acesa em sua honra. No dia de Brigit, elas deixavam que a Deusa mantivesse a chama acesa, e nenhuma sacerdotisa cuidava do fogo, que nunca apagou. Mais tarde esse costume foi proibido mas, quando Brigit virou uma santa, as monjas voltaram com a prática.

- No Imbolc, cada vela, lamparina e tocha da casa era acesa para iluminar os caminhos para que o Sol pudesse atravessar. Por toda a Europa eram feitas procissões com tochas, com a finalidade de purificar os campos e arados para o plantio na Primavera que se aproximava.

- Na Irlanda eram colocadas "cruzes solares" de proteção em cima das portas e janelas da casa. Eram feitas de palha e representavam o olhar protetor da Deusa, vigiando e protegendo a casa.

- Era costume abençoar a terra com leite, para que as plantas crescessem férteis. Isso ainda pode ser feito em nosso jardim, sempre pedindo as bênçãos da Deusa.



- Hoje eu faço 6 anos como Sacerdotiza da Grande Mãe. Obrigada Senhora.

Fonte: bruxaria.net

31 January 2007

Noivas fantasmas


As "noivas fantasmas" da China

Três criminosos mataram mulheres e as venderam para que fossem enterradas ao lado de solteiros. Informação de jornal chinês relata prática em Província isolada; crença em outra vida após a morte exige a noiva ao cadáver masculino.
O jornal chinês "Legal Daily", informa que três cidadãos foram presos por matar e comercializar "noivas fantasmas". Eram mulheres solteiras, compradas vivas com a promessa de casamento, mas que foram em seguida assassinadas para serem enterradas ao lado de homens adolescentes e solteiros, para assim acompanhá-los na vida eterna.
O costume de providenciar noivas, mesmo já mortas, para homens defuntos é reprimido pela legislação chinesa, mas bastante comum em aldeias isoladas da Província de Shaanxi, ao norte da China. Outros países asiáticos, como a Malásia, também têm por hábito sepultar casais que não se conheceram em vida, para que o homem não se sinta na outra vida desprestigiado pela ausência de uma mulher ao seu lado. O casamento após a morte é chamado em chinês de "minghun".
Seria teoricamente fácil encontrar a mesma quantidade de cadáveres dos dois sexos. Mas em algumas regiões rurais da China há um déficit de mulheres, que procuram empregos em áreas urbanas. Além disso, em todo o país, o aborto de fetos do sexo feminino levou a população masculina a se tornar bem mais numerosa.
Os pais de garotos mortos tentam comprar no mercado clandestino cadáveres de noivas fantasmas. Os casos relatados pelo "Legal Daily" ocorreram no final do ano passado. Yang Dongyan, 35, pequeno agricultor, disse ter "comprado" uma jovem com problemas mentais pelo equivalente a US$ 1.600, para revendê-la como noiva. Mas um agente funerário, Liu Shenghai, disse a ele que, se estivesse morta, a garota valeria muito mais. Dito e feito. Ela foi assassinada, e seu corpo, vendido por US$ 2.077.
Entusiasmado com a rapidez do lucro, Yang intermediou um outro cadáver e em seguida matou uma prostituta que costumava freqüentar. Conseguiu, porém, vender o corpo dela por apenas US$ 1.000, porque ela "era muito feia e já estava um pouco mais velha". O corretor disse ter apreciado o lucro rápido. E afirmou que recomeçaria novamente caso não tivesse sido preso - em companhia do agente funerário e de um terceiro cúmplice, encarregado de matar as vítimas.
As famílias camponesas chinesas são patrilineares. A mulher pertence à família do homem com quem se casou. Caso um homem morra adolescente (com 12 anos ou mais) ou excessivamente idoso, sem nunca ter-se casado, sua linhagem na próxima vida estaria, segundo a crença, comprometida. É por isso que, desde tempos imemoriais, famílias camponesas praticam a troca ou o comércio de cadáveres. Familiares mais pobres simplesmente sepultam junto o casal que não se conheceu em vida. Os mais ricos fazem ceia com carne de porco ou de carneiro.
Um absurdo. E ponto final!

22 January 2007

Blog For Choice - Pelo direito de escolher

Já fiz inúmeros posts a favor do aborto. Sou TOTALMENTE a favor do aborto, porque sou a favor da vida. Sou a favor da vida das mulheres que se arriscam fazendo abortos ilegais porque não tem outra alternativa.

Sim. Porque quem faz aborto, não tem outra alternativa.

Fazer um aborto não é bom. Não é gostoso. Não é relax. Não é uma coisa que se possa esquecer assim, click... do que a gente estava falando mesmo?

Bem... Dia 22 de Janeiro é o dia da blogagem coletiva pelo direito de escolha.

Eu vou copiar uma parte do post da Denise, porque achei muuuito interessante a questão do aborto na história... ou da história do aborto.. sei lá...


O Aborto na História - Blog for Choice Day

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados mundialmente, todos os anos, são feitos de forma ilegal e em péssimas condições, resultando na morte de, aproximadamente, 80 mil mulheres, por ano, vítimas de infecções, hemorragias, danos uterinos e efeitos tóxicos de agentes usados para induzir o aborto.

Quando grupos apresentam-se "pró-vida", não estão considerando a enorme quantidade de mulheres que morre todos os anos. A criminalização do aborto é cruel, porquê não muda a situação em que essas mulheres vivem, apenas as culpabiliza ainda mais e as faz correr risco de vida, especialmente as mulheres pobres.

É importante aprender com a história, pra entender o que se passa hoje. "Verdades" que parecem absolutas vêem sendo alteradas com o passar do tempo, mudando conforme mudam as conjunturas políticas e econômicas. Tendo sempre como principal vítima, a mulher.

O Aborto na História.

Aparentemente, desde que o mundo é mundo, as mulheres se vêem em situações em que não desejam - ou não podem - levar uma gestação à frente.

Já entre 2737 e 2696 a.C., o imperador chinês Shen Nung cita, em texto médico, a receita de um abortífero oral, provavelmente contendo mercúrio.(1)

Na antiga Grécia, o aborto era preconizado por Aristóteles como método eficaz para limitar os nascimentos e manter estáveis as populações das cidades gregas. Por sua vez, Platão opinava que o aborto deveria ser obrigatório, por motivos eugênicos, para as mulheres com mais de 40 anos e para preservar a pureza da raça dos guerreiros.

Sócrates aconselhava às parteiras, por sinal profissão de sua mãe, que facilitassem o aborto às mulheres que assim o desejassem.

No livro História das Mulheres - A Antiguidade, Georges Duby e Michelle Perrot afirmam que "se as mulheres desejavam limitar os partos, tinham de recorrer aos abortivos, cujas receitas são muito abundantes (...) O primeiro risco era, portanto, o da ferida de um útero ainda imaturo devido à juventude das esposas romanas; nese caso os médicos recomendavam mesmo o aborto, inclusive por meios cirúrgicos (sondas)".

Mesmo no Cristianismo, o aborto não foi, sempre, uma questão tratada como nos dias de hoje, São Tomás de Aquino, com sua tese da animação tardia do feto, contribuiu para que a posição da Igreja com relação à questão fosse bem mais benevolente, naquela época.

Foi apenas em 1869 que a Igreja Católica declarou que a alma era parte do feto desde a sua concepção, transformando o aborto em crime.

No século XIX, a prática de proibição do aborto passou a expandir-se com toda força, por razões econômicas, já que a sua prática nas classes populares podia representar uma diminuição na oferta de mão-de-obra, fundamental para garantir a continuidade da revolução industrial.

Essa política anti-aborto continuou forte na primeira metade do século XX, com exceção da União Soviética onde, com a Revolução de 1917, o aborto deixou de ser considerado um crime. Mas, na maioria dos países europeus, por causa das baixas sofridas na Primeira Guerra Mundial, o aborto continuava não sendo tolerado.

Na verdade, com a ascensão do nazifacismo, as leis antiabortivas tornaram-se severíssimas nos países em que ele se instalou, com o lema de se criarem "filhos para a pátria". O aborto passou a ser punido com a pena de morte, tornando-se crime contra a nação, a exemplo do que ocorreu em certo momento no Império Romano.

Após a Segunda Guerra Mundial, as leis continuaram bastante restritivas até a década de 60, com exceção dos países socialistas, dos países escandinavos e do Japão (país que apresenta lei favorável ao aborto desde 1948, ainda na época da ocupação americana)

Na década de 60, em muitos países, as mulheres passaram a se organizar em grupos feministas que começaram a exercer uma pressão no sentido de permitir à mulher a decisão de continuar ou não uma gravidez.

A primeira conquista histórica aconteceu nos Estados Unidos, há exatos 34 anos (por isso a blogagem hoje, em celebração à data). O julgamento do caso Roe x Wade (ROE v. WADE, 410 U.S. 113 [1973]) pela Suprema Corte Americana que determinou que leis contra o aborto violam um direito constitucional à privacidade, que a interrupção da gestação no primeiro trimestre apresenta poucos riscos à saúde materna e que a palavra 'pessoa' no texto constitucional não se refere ao 'não nascido'. Essas decisões liberaram a prática do aborto na América.

Hoje em dia, 26% dos países não permite o aborto legal, justamente os que têm maior número de mulheres pobres e marginalizadas. No Brasil, existem leis que garantem o direito ao aborto em casos especiais, mas sabemos que o processo é tão longo que, muitas vezes, as mulheres desistem de esperar e acabam recorrendo ao aborto clandestino

15 January 2007

Cenas bizarras


Em todo caos, existe a ordem.... Até na guerra, podemos ver momentos de amor... Esse gatinho é o máximo!


Realmente, a Deusa protege as crianças... Eu eu, com 29 anos tenho medo de sapo!



Essa foi tirada por mim, em uma quadra aqui de Brasília. Para vocês verem o nível do roubo de automóveis.

20 December 2006

Um causo de natal



Segunda-feira fui para a academia aonde eu malho e as professoras estavam vestidas a la Natal, uma como Papai Noel e outra como duende.

A brincadeira (sim, na academia de quando em quando temos brincadeiras para animar a malhação) era: cantar uma música de natal com uma palavra que elas estabaleciam.

E chegou a minha vez. E a palavra era estrela.

Ai eu pensei, pensei e comecei a cantar:

"Estrela brasileira no céu azul,
iluminando de norte a sul.
Mensagem de amor e paz,
nasceu Jesus, chegou o natal.
Papai noel voando a jato pelo céu,
trazendo um natal de felicidade,
e um ano novo cheio de prosperidade.
Varig, Varig, Varig"

E claro que todas cairam na risada.

Ai lá fui eu pensar: "Pô... a única música de natal que eu conheço com a palavra estrela é a música da Varig! fala sério!!!"

Realmente, sou muito publicitária!